
O crack tem o poder infinitamente maior de geral dependência, pois a fumaça chega ao cérebro com velocidade e potências extremas. Ao prazer intendo e efêmero, seque-se a urgência da repetição. Além de se tornarem alvo de doenças pulmonares e circulatórios que podem levar a morte, os usuários á violencia e a situações de perigo que tembém podem matá-lo.
° INTRODUÇÃO MENTAL
A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou membranas mucosas.
Praticamente qualquer substância se é ingerida em grandes quantidades, pode ser tóxica.
O usuário aquece a lata de refrigerante ou algo do tipo, para malar o crack. Além do vapor da droga ele aspira o alumínio, que se desprende com facilidade da lata aquecida. O metal se espalha pela corrente sanguínia e provoca danos ao cérebro, aos pulmões, rins e ossos...
° FOME SONO
O organismo passa a funcionar em função da droga. O dependente quase não come ou dorme. Ocorre um processo rápido deemagrecimento. Os casos de desnutrição são comuns. A dependência também se reflete em auéncias de hábitos básicos de higiene e cuidados com a aparência.
° PULMÕES
A fumaça do crack é altamente prejudicial para o sistema respiratório. Após minutos ou horas da inalação, os usuários apresentam alterações respiratórias agudas como falta de ar, dor no peito, escarro com sangue ou escuro, tosse, dor no tórax, chiado no peito, entre outros sintomas.
Atualmente, a medicina tem utilizado o termo “pulmão do crack” para definir uma síndrome pulmonar aguda que acontece logo após a inalação da droga. Embora o mecanismo ainda não esteja muito bem estabelecido, há evidências de que o crack causa uma contração dos vasos sanguíneos dos pulmões que leva à falta de sangue no tecido pulmonar (isquemia).
Outros efeitos observados são a toxicidade do crack na membrana que reveste os alvéolos (estruturas dos pulmões responsáveis pela troca gasosa de CO2 pelo O2) e a hipersensibilidade aos componentes da droga inalada. Muitas vezes, o crack pode conter outras substâncias além da cocaína e do bicarbonato de sódio como cal, cimento, etc.
Além disso, muitos usuários usam latas de alumínio. Quando aquecidas liberam o alumínio que também se torna tóxico para o sistema respiratório. Pessoas que apresentam a síndrome do pulmão do crack podem ter febre, falta de oxigênio no sangue, tosse com sangue, falência respiratória e alteração dos alvéolos pulmonares.

º CORAÇÃO
A liberação de dopamina faz o usuário de crack ficar mais agitado, o que levao aumento da presença de arenalina no organismo.
A consequência é o aumento da frequência cardiaca e da pressão arterial. Problemas cardiovasculares como infarto, podem ocorrer.
° OSSOS E MÚSCULOS
O uso crônico da droga pode levar à degeneração irreversível dos músculos esqueléticos, chamada rabdomiólise.
° SISTEMA NEUROLÓGICO
Oscilações de humor: o crack provoca lesões no cérebro, causando perda de função de neurônios. Isso resulta em deficiências de memória e de concentração, oscilações de humor, baixo limite para frustração e dificuldade de ter relacionamentos afetivos. O tratamento permite reverter parte dos danos, mas às vezes o quadro é irreversível
Prejuízo cognitivo: pode ser grave e rápido. Há casos de pacientes com seis meses de dependência que apresentavam QI equivalente a 100, dentro da média. Num teste refeito um ano depois, o QI havia baixado para 80
Doenças psoquiátricas: em razão da ação no cérebro, quadros psiquiátricos mais graves também podem ocorrer, com psicoses, paranoia, alucinações e delírios.
° SEXO
O desejo sexual diminui. Os homens têm dificuldade para conseguir ereção.
Há pesquisas que associam o uso do crack à maior suscetibilidade a doenças sexualmente transmissíveis, em razão do comportamento promíscuo que os usuários adotam.
° MORTE
Pacientes podem morrer de doenças cardiovasculares (derrame e infarto) e relacionadas ao enfraquecimento do organismo (tuberculose).
A causa mais comum de óbito é a exposição à violência e a situações de perigo, por causa do envolvimento com traficantes, por exemplo.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Intoxica%C3%A7%C3%A3o
EDIÇÃO: GABRIELA FERNANDA MATOS DIOGO
A abordagem pelo campo da saúde quanto ao abuso de drogas deveria ser como a de uma doença crônica. "Se todas as outras doenças crônicas fossem tratadas da maneira como o abuso de drogas é abordado, cada aumento de glicemia seria criminalizado e considerado ema recaída. Sem contar ainda, coma a dificuldade para dimensionar a população usuária, uma vez que as mesmas pessoas circulam em diversas cenas, podendo, assim, ser contadas em diferentes lugares.